10 de Junho, 2020

DIA DE PORTUGAL | 10 DE JUNHO

O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas celebra a data de 10 de Junho de 1580, data da morte de Camões, sendo também este o dia dedicado ao Anjo Custódio de Portugal. Este é também o dia da Língua Portuguesa, dos cidadãos e das Forças Armadas.

As comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas são celebradas por todo o país, mas só as Comemorações Oficiais são presididas pelo Presidente da República e muitas outras grandes individualidades como o Presidente da Assembleia da República, o Primeiro-ministro, os Ministros, os Embaixadores e outras personalidades. As comemorações envolvem diversas cerimônias militares, exposições, concertos, cortejos e desfiles, além de uma cerimônia de condecorações feita pelo Presidente da República.

Desde 1977 dezenas de cidades já receberam as comemorações, oito delas não são capitais de distrito. Todos os anos, o Presidente da República Portuguesa elege uma cidade para ser sede das comemorações oficiais. Em 2016, as comemorações oficiais decorreram pela primeira vez em duas cidades ao mesmo tempo: Lisboa e Paris, naquela que foi a primeira eleição da cidade-anfitriã por Marcelo Rebelo de Sousa enquanto Presidente da República. Foi também a primeira vez que as comemorações oficiais aconteceram numa cidade fora do país. Em 2017 no Brasil, nos Estados Unidos em 2018 e em Cabo Verde em 2019. Em 2020, devido à pandemia de COVID-19, Marcelo Rebelo de Sousa cancelou as comemorações do 10 de Junho que estavam previstas para a Região Autônoma da Madeira e África do Sul e optou por fazer em Lisboa uma cerimônia pequena. 

8 de Junho, 2020

NOVOS RUMOS PARA A ENGENHARIA, CONSTRUÇÃO E INCORPORAÇÃO.

Diante da certeza que o nível de competitividade aumentaria, teve início uma revisão profunda no conceito dos produtos e na eficácia dos projetos. Os players perceberam, rapidamente, que o tamanho do “bolo” reduziu muito, e que a disputa pelas pequenas “fatias e migalhas” se intensificaria.

Em consequência, nasceu um olhar mercadológico mais preocupado com clientes e tendências. Um bom exemplo foi a atenção com os impactos da geração Millenium no mercado imobiliário. Hoje, constatamos o resultado destas ações em produtos ofertados por incorporadoras que conseguiram antever e entender estas mudanças e tendências. Novos produtos, bem planejados e inovadores, foram desenvolvidos para atender às necessidades e expectativas de nichos bastante específicos e das novas gerações de consumidores.

 

Entretanto, empresas menos preparadas para enfrentar a crise quebraram e com a redução das oportunidades, construtoras maiores passaram a disputar negócios de menor “ticket”, aumentando a concorrência entre outras de médio porte que já atuavam neste nível e que, por sua vez, utilizaram a mesma estratégia e passaram a concorrer com empresas ainda menores.

 

A retomada gradual do crescimento e o crédito imobiliário

 

Não acredito que haverá uma rápida recuperação somente com redução dos juros e incentivo ao crédito. A retomada será gradual, daí a necessidade de concentrar esforços em bons projetos e oportunidades, mantendo a cadeia de valor produzindo, mas preparando-a para uma recuperação menos agressiva. Contudo, certamente sempre haverá demanda proveniente de bons nichos de negócios inovadores.

 

As condições de crédito também mudaram muito na esfera dos bancos. As taxas de juros estão diminuindo. Isso é bom, porém, as taxas reais são diferentes das divulgadas. Além do mais, as exigências dos bancos para financiamento imobiliário estão mais restritivas do que já foram no passado, com imposição de volume de vendas consolidadas e avanço físico da obra muito maior do que antes da crise, para a concessão do crédito. Na prática, isso significa que, hoje, a exposição de caixa do empreendedor ou da incorporadora é muito maior e, por sua vez, há inconvenientes para a alavancagem financeira, o que limita a possibilidade de produção simultânea de vários empreendimentos.

05 de Junho, 2020

IMPACTOS DA COVID-19: INFRAESTRUTURA NO BRASIL

O que os empresários do setor pensam sobre os impactos do coronavírus no mercado imobiliário?

A primeira pesquisa foi feita com 362 empresários do mercado imobiliário para entender qual é a percepção deles a respeito dos efeitos do coronavírus no setor. Em outras pesquisas da Brain, evidenciamos como 2019 foi um ano de recuperação para o mercado imobiliário e a construção civil. Já o ano de 2020 era esperado por muitos com muito otimismo, como um ano de crescimento e reestabelecimento do setor. Entretanto, com a chegada da Covid-19, o cenário mudou um pouco.

 

Depois da pandemia, a grande maioria (78%) dos empresários respondeu que vão atrasar o lançamento de seus empreendimentos, enquanto 13% pretendem lançar sem atrasos e apenas 2% vão cancelar o lançamento. Isso mostra que os empresários entendem que a crise vai afetar o cronograma de lançamento, mas não a intenção de lançar, já que pouquíssimas empresas serão afetadas a ponto de ter que cancelar lançamentos.

 

Apesar de 59% das empresas terem decidido continuarem suas obras, 92% dos entrevistados acreditam que a pandemia terá efeitos consideráveis na manutenção das atividades da empresa, sendo que 25% dos entrevistados consideram que eles serão severos. Isso acende um alerta de preocupação com o impacto da epidemia no mercado brasileiro.

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